
Inscrito, tal como na semana anterior, no escalão Médio, farte-me de esperar, debaixo de chuva, pela minha vez de partir, pelo que, de forma algo atrevida mas vendo que era a única forma de partir de imediato e sempre com o pensamento de que alguém tem que ser o último, troquei a minha inscrição para o escalão Difícil e lá fui.
O ambiente que rodeia estes eventos, aliado ao facto de ser um desporto que combina o físico com o intelecto, sem ignorar a satisfação de ter ficado em 14º num total de 33 atletas, à frente de alguns federados, obriga-me a dizer, provavelmente de forma algo prematura, que já fui mordido pelo bicho da Orientação. Não se livrarão de mim.

Isso foi ontem, porque hoje desloquei-me na companhia do Vitor (parabéns por mais um recorde pulverizado) e do Luis Pires, a Cortegaça, para correr mais uma Meia. Foi preciso fazer 20 Meias para começar a ter algum juízo: comecei a um ritmo lento, talvez mesmo demasiado lento, e fui fazendo a prova de trás para a frente.
Terminei com o mais extenso e mais rápido sprint de que tenho memória, num modesto tempo de 1:39:07 – uma meia dúzia de minutos acima do meu recorde – mas de forma fisicamente tranquila. Os recordes são coisa do passado.
7 comentários:
Polivalência! Isso sim, é coisa do presente!
Abraço, amigo!
Eu ainda tentei acompanhar-te após a viragem mas não deu, tinha mesmo que descansar naquela altura da corrida.
Parabens, não pelo tempo que fizeste mas pelo sprint final.
Não será mais: salada de frutas, Carlos :)
Caro Novais.
Tive que regressar porque tinha dado boleia a 2 atletas mais rápidos, que já estavam fartos de esperar e fiquei sem saber como terminaste.
Espero que já estejas recuperado.
Na terça lá estarei para "trocarmos cromos".
Aquele abraço
"Mordido pelo bicho da Orientação"
Eu bem que avisei!
e tanto quanto sei não se inventou ainda a cura, Joaquim :)
Gostei dessa dos recordes serem coisa do passado, estou nessa há muito.
Abraço companheiro e orienta-te.
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