quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A correr muito ...

... para a Fundação Cupertino de Miranda, porque a feira do livro termina já no próximo sábado às 20:00.


Ó senhores corredores, fica num local que bem conhecem: em frente à entrada sul do Parque da cidade do Porto e tem estacionamento gratuito e tudo.

Passei por lá de fugida e trouxe 11 livros por 39€.

O mais barato: 1,5€
O mais caro: 8€.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Cozido à Portuguesa das fraldas da Serra d’Arga, com uma Meia Maratona de permeio

O cozido estava perfeito, a companhia do melhor que há e o enquadramento paisagístico não deixou ninguém indiferente. Já havia quem fizesse planos para deixar a cidade e procurar um lugar para montar acampamento permanente (o maduro tinto também terá ajudado às deambulações) ali para aquelas bandas do Alto Minho.

Da mesma forma que aponto o dedo acusador quando me sinto indignado também me levanto para aplaudir quando a situação o merece: excelente organização, com os quilómetros bem marcados, com indicação do tempo de corrida a cada 5km, com placas avisadoras de abastecimento a 100m, e com um saco final bem recheado. Só falhou em não me responder ao email perguntando se haveria possibilidade de chuveiro no final da prova, pelo que suspeito que não me quiseram responder que seria apenas para estrangeiros, ficando os portugueses e os galegos excluídos.

Quanto à prova, correu bem, atendendo a que ontem mancava e que o tendão ainda não me deixou em paz e que à excepção de um recente treino de 15km a 5:40, só tenho rolado 30 a 40minutos 2 a 3 vezes por semana. O Vitor, que esteve completamente parado durante 15 dias, devido a lesão, fez uma prova com início mais cauteloso indo apanhar-me ao km 18 e ainda se dando ao luxo de ficar 10s à minha frente (para a próxima regressa ao Porto à boleia!), terminando ambos no minuto 39 (mais uma hora, claro). Não foi bom nem mau, antes pelo contrário.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Três pontes, quatro tabuleiros, quinze quilómetros.

Sozinho: casa + pte D. Luiz I (travessia do tabuleiro inferior) + pte da Arrábida (travessia) + pte D. Luiz I (travessia do tabuleiro superior) + pte do Infante (travessia) + casa.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Entrar o ano com o pé direito …

… e sair do mar sem o sentir (nem ao direito nem ao esquerdo).

Grande iniciativa esta dos Porto Runners, que consistiria supostamente num treininho de meia hora só para aquecer, e que acabou por se transformar num treino de uma hora, seguido de um mergulho no Atlântico.

Enquanto aguardávamos que abrandasse o aguaceiro contei 22 atletas, mas no final estavam lá alguns rostos que não tinha visto no início. Seríamos perto de 30.

Durante o treino, a chuva e a ressaca deram as mãos e puseram-se a milhas para cederem lugar a um solzinho tímido mas reconfortante.

Quanto ao mergulho, não custou nada, pois não estávamos ali para hesitações. Com a toalha e a mochila em pontaria, supunha que sairia da água a bater o dente e a correr para o agasalho. Puro engano: o nosso corpo é algo admirável e a reacção térmica é surpreendente. Já fora d'água ficamos uns bons 10 minutos à conversa antes de calmamente nos dirigirmos para as toalhas.

No final, o chazinho, de que alguns mais precavidos se lembraram, foi um tónico reconfortante.

Fotos gentilmente cedidas por Pedro Amorim e abusivamente publicadas por João Meixedo.

domingo, 27 de dezembro de 2009

S. Silvestre – Jornada dupla


Correr cerca de 30 minutos, três vezes por semana. Pode ser mais um bocadinho ou menos um bocadinho, sendo que o limite é a dor. Tente correr o mais a direito possível em terreno plano e absolutamente liso. Está proibido de fazer séries.

À cautela inscrevi-me na de Gaia e na do Porto. À primeira fui ontem à segunda fui hoje. Não digam nada ao médico. A Gaia ainda não chegaram os GPSs, nem as fitas-métricas, nem os conta-quilómetros, nem os conta-

passos, enfim a distância é, em pleno século XXI, ainda um mistério. Arranquei rápido, parei com dores ao fim do 2º km, andei a passo e lá fui retomando o ritmo, para terminar com 48:51 e uma média de 4:28 (qual terá sido a distância?). Salvou-se o tempo, que se manteve frio mas seco, e o chazinho e o bolo-rei que no final é oferecido a todos os atletas, inclusive aos portugueses.

Aqui na da Invicta o céu já foi outro e começou mesmo a chover cinco minutos antes do tiro de partida. As dores aconselhavam-me a ficar em casa à lareira, mas esta é uma prova muito especial, e ainda por cima seria a minha 9ª participação, pelo que lá fui. Afinal não doeu e terminei com 45:21 e a mesma média da de Gaia. Há coisas fantásticas, não há?

Entretanto o Leão Martins corria, à mesma hora, a S. Silvestre da Central de Compras e batia o seu recorde dos 10km com o brilhante tempo de 36:04 e um magnífico 52º lugar.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Endorfinómano, he said

Que tinha sido uma desinserção do tendão; isto é: que o tipo se tinha soltado do osso da bacia, mas que a tendência seria para se voltar a agarrar; pelo que ele prescrevia actividade física moderada, para que o tal protagonista não perdesse elasticidade e, mais a mais, estava-se mesmo a ver que eu era endorfinómano.

Analisemos então o insulto: a endorfina é uma substância natural produzida pelo cérebro em resposta à actividade física, com o objectivo de relaxar o organismo e prevenir a dor, pelo que provoca sensação de bem-estar e euforia, mais ou menos moderada.

Todos os praticantes de actividade física regular conhecem a sensação de, em determinada fase do exercício vermos o cansaço e a dor muscular substituídos por um inegável bem-estar, uma mistura de euforia e prazer, que proporcionar uma impressão de paz interior e uma certa e tranquilidade.

Ora aí surge o tal de endorfinómano, que tanto abrange o viciado em actividade física, que no caso de parar sofre crise de abstinência, como aquele que vai intensificando cada vez mais o exercício à procura da tal euforia.

Pois é, apesar de as endorfinas melhorarem a memória, o estado de espírito e o sistema imonulógico, de aumentarem a resistência e a disposição física e mental, de bloquearem as lesões nos vasos sanguíneos, aliviarem a dor e terem efeito antienvelhecimento – tudo coisas perniciosas, como se vê – eu arrisco e continuo a apostar nessa droga, pelo que após 9 dias sem treinar saí hoje pelas 7 da matina, ainda a cidade dormia, para um treino necessariamente curto de 45 minutos, ao longo do rio Douro.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Post não autorizado

E o Luís Pires !? Um homem bom do Norte,
Indo da Invicta correr à Capital,
Perguntam-lhe p’la origem? Passaporte?
Contra tudo o que lhe é habitual.
Ainda barafusta, faz-se forte,
Por só q’rer conviver com o pessoal,
Mas vem o director com a chalaça
Que só “camones” têm direito à massa!

Começou o Luís a ter visões
E à sua frente “erguem-se” figuras
De cores garridas, enormes botões,
Estranhas roupagens e lentes escuras,
Nariz de bola, cor dos lampiões
E a faltar peças na dentadura.
Então, grita o Meixedo, com desdém :
“-Mas isso é maratona ou circo Chen!?”

Fernando Andrade

domingo, 13 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Uma volta muito especial

Especial sempre foi esta prova, na qual me estreei em 2000, na 43ª edição, com um honroso tempo de 47:05, no ano em que pela primeira vez meti pés à estrada para participar em corridas populares.

Esta minha 7ª participação foi feita em condições físicas que me aconselhariam mais a ter ficado em casa a repousar. Bom, na verdade, se tivesse faltado à chamada, o que provavelmente teria acontecido teria sido conduzir até Penafiel para ver um jogo de bola.

Este foi ano de caldeirada emocional. Deixei o puto no Olival às 7:30 da matina e rumei o mais lentamente que consegui para Paranhos, onde cheguei pelas 8:00, e onde a calma própria de uma rua cortada ao trânsito, numa fria manhã de um dia feriado, contrastava com uma súbita agitação interna que se começava a instalar.

Era impossível não me recordar da edição de 2005, ano em que convenci dois dos meus irmãos a fazer-me companhia, e de como durante a prova e para evitar a desistência de um deles ao fim do primeiro quilómetro, rolei a 6:15min/km. Foi a última vez que ele fez exercício físico: na terça-feira seguinte não apareceu no treino de futebol, e na quinta-feira também não. Vai daí, nunca mais tento convencer ninguém a correr. Há um ano que não o vejo. Tenho saudades.

Era impossível não me recordar de como o Salgueiros foi este ano buscar o meu miúdo a um torneio de futebol de rua, o recebeu de braços abertos, lhe deu estatuto titular, e de como passados dois meses, e não resistindo a um assédio de um clube dito maior, os deixei sem guarda-redes a uma semana do início do campeonato. Confesso com mágoa esta pedra no sapato.

Era impossível olhar este cenário de cidade bombardeada e não me emocionar

Enquanto conseguir colocar um pé à frente do outro, nunca deixarei de participar na Volta a Paranhos.

Longa vida ao Salgueiros!

fotos aqui e aqui.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Hospitalidade

Através do meu amigo Paulo Rodrigues fiquei a saber da aventura do ultra-maratonista Serge Girard, que se propõe fazer 25.000km non stop em volta de toda a Europa, ao longo de um ano.

Também por sugestão do Paulo surgiu a possibilidade de acompanhar o Serge, durante alguns kms, quando ele passar pelo Porto.

Entrei em contacto, via email, e recebi como reposta que a passagem dele pelo Porto deverá acontecer já na próxima segunda-feira, dia 7 de Dezembro (o homem faz entre 70 e 80km por dia), não se sabendo ainda qual o percurso que ele seguirá.

Bem sei que é dia de semana, mas é véspera de feriado, pelo que quem estiver a prever fazer ponte poderia juntar-se ao pelotão. Também sei que é véspera da Volta a Paranhos, mas meia hora de corrida não vai interferir com a prova de ninguém.

Estejam atentos às últimas, porque ficaram de me enviar mais pormenores.

Entretanto vou tentar correr 10 a 15 minutos hoje, para ver como reage a minha perna.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A maratona, a lenha e o macho – variáveis aparentemente não correlacionadas


Numa idade em que já não tenho grande margem de progressão em termos de tempos, tinha apontado a Volta a Paranhos como uma da últimas possibilidades de tentar baixar do minuto 42 na distância de 10k.

Indo contra os meus mais profundos princípios, confesso-vos que até cheguei a fazer séries, logo por duas vezes e no espaço de uma semana!

A coisa prometia, até que a invernia do fim-de-semana me fez ir à arrecadação buscar uma cesta de lenha. Seguro a porta do elevador com a mão e, com o pé encostado à cesta, tento empurrá-la, mas ela nem um milímetro se mexe.

Um daqueles ímpetos à macho latino apodera-se de mim e juro-vos que ouço uma voz que diz “num te mexes o carago”! Cerro os dentes, transfiro toda a minha força para a perna esquerda e vai já a cesta com cerca de meio metro de viagem quando sinto uma dor aguda na perna, no contorno da nádega e na virilha até muito próximo do abono de família.

Ando para aqui a mancar, há 4 dias sem treinar e sem perceber se é musculo, nervo, tendão ou osso, ou se é uma grande caldeirada.

Moral da história: pelo menos não foi por uma cesta de robalos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Apenas um número

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Não é transcendente, não é complexo, não é irracional, nem sequer é primo. Bom, é real, par e natural.
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“Toda a gente sabe como as necessidades da vida corrente exigem que, a cada momento, se façam contagens … se o homem vivesse isolado, sem vida de relação com os outros homens, a necessidade da contagem diminuiria, mas não desapareceria de todo …”
Bento de Jesus Caraça
in Conceitos Fundamentais da Matemática – A contagem, operação elementar da vida individual e social
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De que é que estava eu a falar?
Ah, pois, já me lembro: 2222 kms corridos durante 2009 e completados hoje.
É só isso.
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Bom fim-de-semana e boas corridas.
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domingo, 22 de novembro de 2009

É só, … um treino com os Porto Runners

– É só até ao Fluvial.
. (e lá fomos).

– Pelo menos até à Pte. Da Arrábida.
. (e lá fomos).

– Dar a volta aqui? Vamos a Massarelos!
. (e lá fomos).

– E se fossemos beber água à Alfândega?
. (e lá fomos).

– Há aqui pessoal que nunca foi à subida d' Arrozeira; e se fossemos baptizá-los?
. (e lá fomos).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fazer 10 kms como quem faz piscinas



Apresento aqui a minha mais sincera solidariedade a todos os nadadores e, já agora, também aos atletas que treinam no tapete.

ia virando o barco!

sábado, 14 de novembro de 2009

Tudo por causa de uma entorse grave com fractura do perónio*

Tal como havia já vivido há um ano, voltei a experimentar a sensação de que a maratona do Porto só começa verdadeiramente após o Passeio Alegre, quando nos separarmos do pessoal dos 14 km e somos envoltos num silêncio e numa calma que nos transporta para um estado de recolhimento e reflexão.

Até aí é a algazarra, os cumprimentos a amigos e conhecidos, uns que vão para a maratona outros para a prova mais curta e que abrandam ao passar e fazem algumas centenas de metros connosco para nos deixar palavras de incentivo e lá seguem para a sua prova; é o permanente olhar para o cronómetro para nos certificarmos de que não vamos rápido de mais; é a selecção dos companheiros de jornada; enfim uma espécie de azáfama normal de quem se prepara para uma aventura.

De repente instala-se um silêncio providencial, olho para o gps e constato que os primeiros 11kms estão passados quase sem me dar conta, mais parecendo que apenas fiz ainda 3 ou 4, e reflectindo que se fosse uma prova de 10km já estaria a caminho do carro. Estou nestas reflexões quando o Miguel – até aí companheiro de aventura ou, nesta fase, ainda pré-aventura – se sai com um comentário que vai de encontro às minhas reflexões: “pá, ¼ da prova já está e nem me apercebi dos kms nem do tempo a passar

O resto já todos disseram nas suas páginas e blogs: a chuva miudinha, a falta de público, os heróicos músicos entrincheirados nas paragens de autocarros, a incerteza quanto a possíveis lesões, o medo do vento após retorno no Freixo, …

Até sensivelmente aos 25kms a prova foi feita mais em ritmo de controlo de velocidade e amena cavaqueira com o Miguel, com permanentes visitas por parte do Vitor, do que propriamente em sofrimento. Entre o retorno na Afurada (meia-maratona) e a Pte. D. Luiz I chegamos mesmo a encabeçar um grupo de 7 ou 8 corredores em que o Miguel e eu próprio seguíamos literalmente ombro a ombro (temos a mesma estatura) com 5 ou 6 atletas colados a nós, de tal forma que conseguia identificar diferentes respirações. Cheguei mesmo a sussurrar ao Miguel "sinto-me queniano".

A partir do abastecimento que antecede a Pte. D. Luiz I (km 25) é que foram elas. Os abastecimentos tem esta dupla faceta de influenciar negativamente pelo abrandamento que provocam e ao mesmo tempo ajudar – nestas provas longas – a passar o tempo; pois quando finalmente atiramos com a garrafa ou a casca da banana lá se passaram mais umas centenas de metros sem darmos por isso.

Em direcção ao Freixo não podia concordar mais com o que o Miguel diz no post dele “O percurso mais desagradável de toda a prova é aquele que nos leva desde a Ponte D. Luiz ao Freixo ... pelo facto de nos afastarmos da meta numa fase em que o que mais queremos é começar a ver o fim da prova

A escassos metros do retorno o Miguel previne “é agora que vai começar a prova”. O temido vento, numa fase de enorme cansaço, não soprava tão forte como previsto, o que mesmo assim não impediu que reduzíssemos a marcha.

No entanto, ao fim de 3 ou 4 km, tive a nítida sensação de que as minhas pernas tentavam falar comigo e me pediam para retomar os 4:45/4:50 que tinha imposto desde o início da prova até cerca do km25. Pensando que o Miguel estaria melhor que eu, fiz uma primeira tentativa mas ele não me acompanhou e voltei a abrandar; mas as minhas pernas pediam-me por todos os santos que acelerasse e lá fiz outra tentativa, mas o Miguel não vinha e voltei a abrandar; até que as minhas pernas me ameaçaram mesmo, de modo que, aproveitando a presença do Vitor lhe pedi que desse apoio a Miguel e, entre remorsos, abandonei o meu companheiro de jornada por volta do km33. Se fosse para terminar a umas escassas centenas de metros à sua frente nunca o teria deixado, mas eu percebia bem que estava em condições de começar a retirar 15 a 20s por km, enquanto percebia que o Miguel iria começar a acrescentar esses 15 a 20s por km.

Parti! A partir daí foi sempre a dar-lhe e a passar atletas um a um, nunca sendo passado por ninguém, a não ser por uma menina. Fixava o olhar nas costas do atleta mais próximo, estivesse ele a 2 ou a 200m, e não descansava enquanto não o passasse. Assim passei o amigo Fernando Andrade (só tive forças para lhe tocar no ombro, piscar o olho e levantar o polegar, enquanto ele me atirou palavras de incentivo, proferidas com uma calma e uma naturalidade tais que me permitiu verificar que ele estava fisicamente muito melhor que eu, mas que a experiência e a maturidade lhe impunham aquele ritmo).

Lá fui indo enfrentando a, agora mais forte, chuva e passando atletas um a um. Ao contrário de todas as pessoas com quem tenho falado, não me incomoda nada a ida ao edifício transparente no fim da prova em vez de seguir logo para o parque. Para ser sincero, até gosto: vou-me cruzando com atletas e vou “tirando as medidas” àqueles que penso ainda conseguir ultrapassar. Assim se passou com o Nelson Valente e com o Armando Oliveira, para além de um punhado de desconhecidos.
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Pela Avenida da Boavista acima cerrei dentes e ainda fui passando uns quantos e, eis senão quando faço a curva e vejo a meta a 50m, mas vejo também a menina que me tinha ultrapassado lá pelos kms 36 ou 37, apertei ainda mais o sprint e passei-a a 5m da meta. É que tinha levado a mal ...


* fica para explicar numa próxima oportunidade

sábado, 7 de novembro de 2009

Quem vai ao mar, avia-se em terra *



* e pela previsão meteorológica, vamos mesmo para o mar ...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

É já no domingo, mas como se pode ver ...

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... pela imagem em anexo, eu cá mantenho perfeitamente a calma.


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Então a coisa era assim:

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… o Bettencourt renunciava à nacionalidade portuguesa e ia controlar o lóbi das sucatas, enquanto o Paulo Bento ia para gerente da Caixa Geral de Depósitos na sucursal de Valença do Minho e punha-se o Vara a treinar o Sporting.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

“Bad Weather Can't Stop Your Run”



O ginásio WellDomus Fitness e Spa Services que teve a cortesia de ceder as instalações para o II Meeting Blogger deu um importante passo no apoio ao atletismo.
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Com a formação de um grupo de sócios entusiastas pelas corrida no exterior o WellDomus convidou o Prof. João Campos, treinador de atletas como Rui Silva e Fernanda Ribeiro, para dar todo o apoio técnico a todos os sócios que participem em corridas de média e longa duração. Este apoio técnico é facultado através de palestras inteiramente gratuitas aos sócios com temas variados como a preparação física e nutrição antes e após corridas e respostas via email a todas as perguntas que os nossos sócios possam ter.
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Este apoio estende-se também nas aulas de corrida no exterior realizadas todas as terças feiras às 19h. Estas aulas são acompanhadas pelo atleta Diogo Sousa, atleta com curriculum na selecção nacional de atletismo, e também por grandes figuras do atletismo nacional como a Sara Moreira e Fernanda Ribeiro que participarão esporadicamente nas aulas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Porto Runners, mais conhecidos que o tremoço nas feiras do Minho



– Meinedo?
– Meixedo.
– Macedo?
– M-E-I-X-E-D-O! (soletrando)
– Tem clube?
– Está aí, no mail da inscrição: Leões de Kantaoui.
– Como?
– Olhe, deixe lá. Cyber Runners.
– Como?
– C-Y-B-E-R R-U-N-N-E-R-S (soletrando e apontando para o nome inscrito na t-shirt que resolvi voltar a usar ontem, mas a moça não tirava os olhos da folha).
– Ah, Porto Runners!?
– Olhe, pode ser! Dá-me o dorsal ou não?

Parecia aquela anedota do tipo que queria comprar um selo e o da loja que perguntava alternadamente se o sobrescrito era grande ou pequeno, branco ou colorido, se queria um selo quadrado ou rectangular, colorido ou a preto e branco, qual o tema preferido do desenho, se queria um selo de 40cts ou 2 de 20, eis senão quando irrompe outro cliente pela loja, com uma sanita debaixo do braço e um azulejo debaixo do outro: – A sanita é esta, o azulejo é este, o cú já lhe mostrei ontem; vende-me o papel higiénico ou não?!!

E assim, de forma não autorizada, lá realizei a minha primeira prova pela equipa Porto Runners, no dia em que bati o meu record dos 10km, com uns modestos 42:24, no III Grande Prémio de Lousada.

À tarde recebo um sms do Vitor dizendo-me que tinha falado com o presidente dos Porto Runners e que estava formalmente convidado para integrar este clube e que até já tinha uma t-shirt à minha espera.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

3 horas e 3 segundos na companhia de 3 amigos

A pensar na Maratona, cumpri hoje o treino mais longo que alguma vez efectuei.

Previamente combinado com o Paulo, o Armandino e o Armando, apenas este último se baldou (não, não lhe caiu um gira-discos na cabeça como o Anarquista chileno, apenas se assustou com a chuva), mas foi prontamente substituído pelo Lourenço.

Tratou-se, assim, de uma entreajuda antre Leões (3 do Veneza e 1 de Kantaoui) que se propõem fazer a próxima Maratona do Porto, cada a um a seu ritmo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Espelho meu, espelho meu, há alguém mais estafado do que eu?

Finalmente fico a saber qual é a minha expressão de sofrimento.
Esta foto foi tirada pelo amigo Joaquim Brandão – um antigo aluno – que me apanhou no último quilómetro da Meia de Ovar, em plena subida, já com mais de hora e meia de corrida nas gâmbias.
Mais fotos aqui.

domingo, 27 de setembro de 2009

Até correm sozinhas

Estreei aqui ...



... umas destas ...



... equipadas com umas destas ...




domingo, 20 de setembro de 2009

Running sightseeing em Idanha-a-Nova

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Descer, descer, descer, descer, descer ...
subir, subir, subir, subir, subir ...

descer, descer, descer, descer, descer ...
subir, subir, subir, subir, subir ...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ah Leão!

Quando, em Agosto de 2008, debaixo dos tórridos 40º de Port El Kantaoui, mal se arrastando entre o mar e a piscina via aquele doido compatriota que conhecera na praia e com quem fazia dupla na rede de vólei para invariavelmente bater os alemães. Mas, dizíamos nós, quando ele via aquele portuense sair do hotel para fazer um treino de corrida debaixo daquela canícula, nunca se imaginaria ele próprio a começar a correr e muito menos a concluir a sua primeira prova, e logo uma meia-maratona, apenas um mês depois.

Provavelmente também nunca se imaginaria a concluir, apenas 9 meses mais tarde e com um brilhante tempo de 3h9min, a sua primeira maratona.

Por muita imaginação que tivesse, nunca poderia supor que apenas um ano depois de ter dado os primeiros passos de corrida, concluísse, aos 34 anos, uma meia-maratona com o brilhante tempo de 1:22:18, e um 30º lugar.

Aqui o vemos ladeado por dois colegas de treino: o Telmo Silva e o campeoníssimo Hélder Ornelas (que, em preparação para a Maratona de Nova York, ficou em 2º lugar nesta mesma meia de S. João das Lampas).