
domingo, 13 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Uma volta muito especial
Esta minha 7ª participação foi feita em condições físicas que me aconselhariam mais a ter ficado em casa a repousar. Bom, na verdade, se tivesse faltado à chamada, o que provavelmente teria acontecido teria sido conduzir até Penafiel para ver um jogo de bola.
Este foi ano de caldeirada emocional. Deixei o puto no Olival às 7:30 da matina e rumei o mais lentamente que consegui para Paranhos, onde cheguei pelas 8:00, e onde a calma própria de uma rua cortada ao trânsito, numa fria manhã de um dia feriado, contrastava com uma súbita agitação interna que se começava a instalar.
Era impossível não me recordar da edição de 2005, ano em que convenci dois dos meus irmãos a fazer-me companhia, e de como durante a prova e para evitar a desistência de um deles ao fim do primeiro quilómetro, rolei a 6:15min/km. Foi a última vez que ele fez exercício físico: na terça-feira seguinte não apareceu no treino de futebol, e na quinta-feira também não. Vai daí, nunca mais tento convencer ninguém a correr. Há um ano que não o vejo. Tenho saudades.
Era impossível não me recordar de como o Salgueiros foi este ano buscar o meu miúdo a um torneio de futebol de rua, o recebeu de braços abertos, lhe deu estatuto titular, e de como passados dois meses, e não resistindo a um assédio de um clube dito maior, os deixei sem guarda-redes a uma semana do início do campeonato. Confesso com mágoa esta pedra no sapato.
Era impossível olhar este cenário de cidade bombardeada e não me emocionar
Longa vida ao Salgueiros!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Hospitalidade
Através do meu amigo Paulo Rodrigues fiquei a saber da aventura do ultra-maratonista Serge Girard, que se propõe fazer 25.000km non stop em volta de toda a Europa, ao longo de um ano.
Também por sugestão do Paulo surgiu a possibilidade de acompanhar o Serge, durante alguns kms, quando ele passar pelo Porto.
Entrei em contacto, via email, e recebi como reposta que a passagem dele pelo Porto deverá acontecer já na próxima segunda-feira, dia 7 de Dezembro (o homem faz entre 70 e 80km por dia), não se sabendo ainda qual o percurso que ele seguirá.
Bem sei que é dia de semana, mas é véspera de feriado, pelo que quem estiver a prever fazer ponte poderia juntar-se ao pelotão. Também sei que é véspera da Volta a Paranhos, mas meia hora de corrida não vai interferir com a prova de ninguém.
Estejam atentos às últimas, porque ficaram de me enviar mais pormenores.

Entretanto vou tentar correr 10 a 15 minutos hoje, para ver como reage a minha perna.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
A maratona, a lenha e o macho – variáveis aparentemente não correlacionadas
Numa idade em que já não tenho grande margem de progressão em termos de tempos, tinha apontado a Volta a Paranhos como uma da últimas possibilidades de tentar baixar do minuto 42 na distância de 10k.
Indo contra os meus mais profundos princípios, confesso-vos que até cheguei a fazer séries, logo por duas vezes e no espaço de uma semana!
A coisa prometia, até que a invernia do fim-de-semana me fez ir à arrecadação buscar uma cesta de lenha. Seguro a porta do elevador com a mão e, com o pé encostado à cesta, tento empurrá-la, mas ela nem um milímetro se mexe.
Um daqueles ímpetos à macho latino apodera-se de mim e juro-vos que ouço uma voz que diz “num te mexes o carago”! Cerro os dentes, transfiro toda a minha força para a perna esquerda e vai já a cesta com cerca de meio metro de viagem quando sinto uma dor aguda na perna, no contorno da nádega e na virilha até muito próximo do abono de família.
Ando para aqui a mancar, há 4 dias sem treinar e sem perceber se é musculo, nervo, tendão ou osso, ou se é uma grande caldeirada.
Moral da história: pelo menos não foi por uma cesta de robalos.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Apenas um número
Não é transcendente, não é complexo, não é irracional, nem sequer é primo. Bom, é real, par e natural.
É só isso.
.
Bom fim-de-semana e boas corridas.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
É só, … um treino com os Porto Runners
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Fazer 10 kms como quem faz piscinas
sábado, 14 de novembro de 2009
Tudo por causa de uma entorse grave com fractura do perónio*
Até aí é a algazarra, os cumprimentos a amigos e conhecidos, uns que vão para a maratona outros para a prova mais curta e que abrandam ao passar e fazem algumas centenas de metros connosco para nos deixar palavras de incentivo e lá seguem para a sua prova; é o permanente olhar para o cronómetro para nos certificarmos de que não vamos rápido de mais; é a selecção dos companheiros de jornada; enfim uma espécie de azáfama normal de quem se prepara para uma aventura.
De repente instala-se um silêncio provide
O resto já todos disseram nas suas páginas e blogs: a chuva miudinha, a falta de público, os heróicos músicos entrincheirados nas paragens de autocarros, a incerteza quanto a possíveis lesões, o medo do vento após retorno no Freixo, …
Até sensivelmente aos 25kms a prova foi feita mais em ritmo de controlo de velocidade e amena cavaqueira com o Miguel, com permanentes visitas por parte do Vitor, do que propriamente em sofrimento. Entre o retorno na Afurada (meia-maratona) e a Pte. D. Luiz I chegamos mesmo a encabeçar um grupo de 7 ou 8 corredores em que o Miguel e eu próprio seguíamos literalmente ombro a ombro (temos a mesma estatura) com 5 ou 6 atletas colados a nós, de tal forma que conseguia identificar diferentes respirações. Cheguei mesmo a sussurrar ao Miguel "sinto-me queniano".
A partir do abastecimento que antecede a Pte. D. Luiz I (km 25) é que foram elas. Os abastecimentos tem esta dupla faceta de influenciar negativamente pelo abrandamento que provocam e ao mesmo tempo ajudar – nestas provas longas – a passar o tempo; pois quando finalmente atiramos com a garrafa ou a casca da banana lá se passaram mais umas centenas de metros sem darmos por isso.
Em direcção ao Freixo não podia concordar mais com o que o Miguel diz no post dele “O percurso mais desagradável de toda a prova é aquele que nos leva desde a Ponte D. Luiz ao Freixo ... pelo facto de nos afastarmos da meta numa fase em que o que mais queremos é começar a ver o fim da prova”
A escassos metros do retorno o Miguel previne “é agora que vai começar a prova”. O temido vento, numa fase de enorme cansaço, não soprava tão forte como previsto, o que mesmo assim não impediu que reduzíssemos a marcha.
No entanto, ao fim de 3 ou 4 km, tive a nítida sensação de que as minhas pernas tentavam falar comigo e me pediam para retomar os 4:45/4:50 que tinha imposto desde o início da prova até cerca do km25. Pensando que o Miguel estaria melhor que eu, fiz uma primeira tentativa mas ele não me acompanhou e voltei a abrandar; mas as minhas pernas pediam-me por todos os santos que acelerasse e lá fiz outra tentativa, mas o Miguel não vinha e voltei a abrandar; até que as minhas pernas me ameaçaram mesmo, de modo que, aproveitando a presença do Vitor lhe pedi que desse apoio a Miguel e, entre remorsos, abandonei o meu companheiro de jornada por volta do km33. Se fosse para terminar a umas escassas centenas de metros à sua frente nunca o teria deixado, mas eu percebia bem que estava em condições de começar a retirar 15 a 20s por km, enquanto percebia que o Miguel iria começar a acrescentar esses 15 a 20s por km.
Parti! A partir daí foi sempre a dar-lhe e a passar atletas um a um, nunca sendo passado por ninguém, a não ser por uma menina. Fixava o olhar nas costas do atleta mais próximo, estivesse ele a 2 ou a 200m, e não descansava enquanto não o passasse. Assim passei o amigo Fernando Andrade (só tive forças para lhe tocar no ombro, piscar o olho e levantar o polegar, enquanto ele me atirou palavras de incentivo, proferidas com uma calma e uma naturalidade tais que me permitiu verificar que ele estava fisicamente muito melhor que eu, mas que a experiência e a maturidade lhe impunham aquele ritmo).
Lá fui indo enfrentando a, agora mais forte, chuva e passando atletas um a um. Ao contrário de todas as pessoas com quem tenho falado, não me incomoda nada a ida ao edifício transparente no fim da prova em vez de seguir logo para o parque. Para ser sincero, até gosto: vou-me cruzando com atletas e vou “tirando as medidas” àqueles que penso ainda conseguir ultrapassar. Assim se passou com o Nelson Valente e com o Armando Oliveira, para além de um punhado de desconhecidos.
* fica para explicar numa próxima oportunidade
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Então a coisa era assim:
… o Bettencourt renunciava à nacionalidade portuguesa e ia controlar o lóbi das sucatas, enquanto o Paulo Bento ia para gerente da Caixa Geral de Depósitos na sucursal de Valença do Minho e punha-se o Vara a treinar o Sporting.
.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
“Bad Weather Can't Stop Your Run”

O ginásio WellDomus Fitness e Spa Services que teve a cortesia de ceder as instalações para o II Meeting Blogger deu um importante passo no apoio ao atletismo.
.
Este apoio estende-se também nas aulas de corrida no exterior realizadas todas as terças feiras às 19h. Estas aulas são acompanhadas pelo atleta Diogo Sousa, atleta com curriculum na selecção nacional de atletismo, e também por grandes figuras do atletismo nacional como a Sara Moreira e Fernanda Ribeiro que participarão esporadicamente nas aulas.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Porto Runners, mais conhecidos que o tremoço nas feiras do Minho
– Meinedo?
– Meixedo.
– Macedo?
– M-E-I-X-E-D-O! (soletrando)
– Tem clube?
– Está aí, no mail da inscrição: Leões de Kantaoui.
– Como?
– Olhe, deixe lá. Cyber Runners.
– Como?
– C-Y-B-E-R R-U-N-N-E-R-S (soletrando e apontando para o nome inscrito na t-shirt que resolvi voltar a usar ontem, mas a moça não tirava os olhos da folha).
– Ah, Porto Runners!?
– Olhe, pode ser! Dá-me o dorsal ou não?
Parecia aquela anedota do tipo que queria comprar um selo e o da loja que perguntava alternadamente se o sobrescrito era grande ou pequeno, branco ou colorido, se queria um selo quadrado ou rectangular, colorido ou a preto e branco, qual o tema preferido do desenho, se queria um selo de 40cts ou 2 de 20, eis senão quando irrompe outro cliente pela loja, com uma sanita debaixo do braço e um azulejo debaixo do outro: – A sanita é esta, o azulejo é este, o cú já lhe mostrei ontem; vende-me o papel higiénico ou não?!!
E assim, de forma não autorizada, lá realizei a minha primeira prova pela equipa Porto Runners, no dia em que bati o meu record dos 10km, com uns modestos 42:24, no III Grande Prémio de Lousada.
À tarde recebo um sms do Vitor dizendo-me que tinha falado com o presidente dos Porto Runners e que estava formalmente convidado para integrar este clube e que até já tinha uma t-shirt à minha espera.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
3 horas e 3 segundos na companhia de 3 amigos
Previamente combinado com o Paulo, o Armandino e o Armando, apenas este último se baldou (não, não lhe caiu um gira-discos na cabeça como o Anarquista chileno, apenas se assustou com a chuva), mas foi prontamente substituído pelo Lourenço.
Tratou-se, assim, de uma entreajuda antre Leões (3 do Veneza e 1 de Kantaoui) que se propõem fazer a próxima Maratona do Porto, cada a um a seu ritmo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ainda bem que não lhe deram uma caçadeira de canos serrados.
Pouco mais de uma semana após o F. C. Porto ter terminado com a secção masculina de atletismo e de ter informado e dispensado os atletas via SMS, o presidente desta instituição – Pinto da Costa – foi ontem convidado para dar o tiro de partida na Meia Maratona do Porto.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Espelho meu, espelho meu, há alguém mais estafado do que eu?
domingo, 27 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Running sightseeing em Idanha-a-Nova
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Ah Leão!
Provavelmente também nunca se imaginaria a concluir, apenas 9 meses mais tarde e com um brilhante tempo de 3h9min, a sua primeira maratona.
Por muita imaginação que tivesse, nunca poderia supor que apenas um ano depois de ter dado os primeiros passos de corrida, concluísse, aos 34 anos, uma meia-maratona com o brilhante tempo de 1:22:18, e um 30º lugar.
Aqui o vemos ladeado por dois colegas de treino: o Telmo Silva e o campeoníssimo Hélder Ornelas (que, em preparação para a Maratona de Nova York, ficou em 2º lugar nesta mesma meia de S. João das Lampas).
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Ómega 3
Almoçamos as famosas tripas à moda do Porto, fonte privilegiada de Ómega 3, desde que convenientemente cozinhadas, a saber: substitui-se as tripas por salmão, a chouriça por arenque, a orelheira por sardinha, o toucinho por cavala, os feijões por amendoim e sementes, a couve por abóbora e acompanha-se com sumo de abacate.
Foi exactamente assim que as pedimos, mas já não havia. Nunca mais lá vamos!
Temos já um esquema de programa delineado, mas não queremos ir adiantando pormenores que depois não se venham a realizar, pelo que iremos fornecendo informação à medida que a mesma se for confirmando.
Adiantamos que, na sequência da referida cimeira e por cortesia da RunPorto, iremos ter um espaço próprio na ExpoMaratona, o que nos permitirá um melhor acolhimento dos participantes. Não se precipitem nas inscrições para a(s) prova(s), porque poderemos ser nós a tratar disso, o que facilitará a inscrição como equipa, bem como o próprio levantamento de dorsais.
Pretendemos seleccionar um nome para a equipa, pelo que pedimos que atirem para aqui com as vossas sugestões, para que na próxima semana as possamos pôr a votação.
Lista em permanente actualização (que é como quem diz: sempre que eu por cá passar):
Blogoraiders
Cyberrunners
Cyber team
sábado, 1 de agosto de 2009
Mania de atravessar pontes

Isto vem a propósito do treino de hoje. Ando simultaneamente cansado e sem tempo/logística familiar para treinar. Não corria desde domingo e estava com preguiça, mas impus-me ir alargar a passada, sem ter sequer vontade de fazer 20 minutos. Lá fui, e à vista da Pte. D. Luiz I nem me ocorreu regressar; pelo que a atravessei, em direcção a Gaia, e resolvi ir calmamente até à Pte. d’ Arrábida e regressar. Ainda estava a mais de 2 kms de distância e já pensava “e depois pelo mesmo caminho, para trás”, dasss. De modo que, instintivamente, subi a Arrozeira, à estonteante velocidade de 6:20 (quem corre para estes lados sabe do que escrevo), vi-me na Ponte e atravessei para a outra margem. Nem imaginas (estou a escrever para ti, amigo Miguel) o ânimo que ganhei ao saber que o regresso ia ser feito por um percurso diferente.
Um abraço para todos, mas um especial para o meu amigo Miguel, que corre sem sair do sítio.
domingo, 26 de julho de 2009
Running sightseeing na Ribeira Lima

Isto era algo que eu já queria fazer há muito: arrancar de casa dos meus pais rumo à Ponte de Lanheses, atravessá-la e seguir pela ecopista da margem esquerda até Ponte do Lima, atravessar a ponte romana e regressar pela ecopista da margem direita.
Ainda por cima tinha uma camelbak para estrear, de modo que com os primeiros foguetes levantei-me e fiz-me ao caminho.
Tentei impor-me um ritmo de 6min/km. Apita o 1º km e o ritmo era de 5:40. Abrandei, e o seguinte, já em cima da ponte, apitou a 5:50 e por aí me deixei ir.
Atravessada a ponte entro na veiga e corro por entre milho e videiras, o que me traz emocionadas recordações dos meus longos verões de criança. O caminho de terra é o mesmo mas agora recebeu o pomposo nome de ecopista.
Ainda na senda das emoções, passo comovido em frente da quinta da minha madrinha e continuo no meu ritmo calmo, até que por volta do km 6 atravesso uma zona de merendas onde já havia gente a montar acampamento e, mesmo sem ser de forma deliberada, vocês sabem como é: um tipo endireita as costas, atira o peito para fora e sem me dar conta faço esse km a 5:10. Tento abrandar, mas nunca mais fiz nenhum km acima de 5:25.
Continuo na minha corrida solitária com o Rio Lima ali ao lado a correr em sentido contrário, sendo de onde a onde ultrapassado por hordas de ciclistas, até que entro finalmente em Ponte do Lima, que atravesso o mais rapidamente possível (km a 4:40) e atravesso o rio pela ponte romana.
Entro na ecopista da margem direita e preparo-me para o regresso, sempre solitário.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
II-MeetingBlogger@EncontroDe-e-Atletas Porto 18 Out 2009
Dando sequência a um primeiro encontro de blogs/blogggers de atletismo organizado pelo Luís Mota em Dezembro de 2008, a malta cá de cima resolveu meter mãos à obra e dar continuidade a essa iniciativa.
Está tudo ainda numa fase embrionária, sendo que a única decisão definitiva é a data, que coincidirá propositadamente com o dia da realização da Meia Maratona SportZone, no Porto.
A ideia é a de juntar todos os participantes (bloggers ou simples frequentadores de blogs de atletismo e as respectivas famílias) a seguir à prova e, no mínimo, fazermos uma almoçarada. O grande objectivo é o de promover o convívio e fortalecer a amizade entre tantos e tantos que tem na corrida uma fonte comum de prazer!
Mantenham-se atentos às notícias sobre este evento que iremos, a partir daqui, colocar no blog CORRIDAS & PATUSCADAS, que criamos exclusivamente para esse efeito e comecem já a pensar em inscrever-se!
Até breve,
Miguel Paiva
João Meixedo
sábado, 18 de julho de 2009
Ontem fiz 60 km!
… mas 50 foram de Vespa.
Entretanto, e mudando de assunto, reservem o dia 18 de Outubro nas vossas agendas.
Mais notícias dentro em breve, aqui no quiosque ou numa Lambretta perto de si.
domingo, 12 de julho de 2009
À dúzia é mais barato
O tempo não foi nada digno de registo (1:38:50), e também não vos vou incomodar com a história do costume (almoço de baptizado na véspera daqueles à moda antiga, com uma série de pratos, seguido de uma sardinhada ao jantar, a 150km de Matosinhos).
Um abraço a todos os companheiros de treinos com quem me fui cruzando antes, durante e depois da prova, e ainda aos habituais amigos bloggers do Norte, Mark e Capela (faltaste tu, Miguel), aos quais acrescentei hoje o Vitor Dias e o Rui Pena.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Futebólicos anónimos

Naqueles tempos, o treino de corrida sempre se me apresentou como um algo fastidioso complemento à protagonista Bola; até que, farto de lesões, e em consequência de mais uma entorse, em Maio de 2008 atirei pelo ar com umas sapatilhas (ténis, para quem more a sul de Espinho) acabadas de comprar e gritei “acabou-se o futebol!”. E acabou-se mesmo … até anteontem.
Resultado: já ando a fazer gelo e com o pé direito ligado … mas já paguei o mês todo, e na próxima quarta-feira lá estarei.












