sábado, 28 de fevereiro de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Rugido do Leão
Mais uma brilhante prestaçãodo Paulo Martins, desta vez
nos 20 km de Cascais, a
classificar-se em 115º lugar,
com 1:21:58h, numa prova
que contou com mais de
1400 atletas à chegada.
Absolutamente notável para
alguém que começou a correr
há menos de meio ano.
Parece-me que vou correr
a maratona de Boston sozinho.

... e aqui duas das três leoas de Kantaoui em grande estilo

fotos aqui e aqui.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Kantaoui Lions Boston Tour - take III
… e para comemorar, apesar da noite de copos e de uma semana sem treinos, mais um longuinho, desta vez já menos lentinho (passagem à meia a 1h44min).
Isto até Abril vai ao sítio.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Lentinho, longuinho …
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Cerca de 27kms em 2h:25min, mais coisa menos coisa, naquele que foi o treino mais longo de toda a minha vida. Pois é, apesar de até já ter feito uma maratona, o treino mais longo que até hoje tinha feito, fora de 25kms, e apenas uma vez.
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Nos primeiros 8kms ainda tive a companhia dos meus amigos Carlos, Novais, Paulo, Rogério e Tavares, mas a partir daí só mesmo o vento é que me acompanhou. A chuva, essa ia e vinha e até o sol chegou a aparecer, mas logo se pôs a andar, o sacana.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
50ª Prova Oficial …
sábado, 31 de janeiro de 2009
A coisa, ou como mentir dizendo apenas verdades
Intitulada “As Pegasus que amam o planeta Terra – quando a ecologia corre”, a coisa tece rasgados elogios à NIKE e às míticas Pegasus, porque supostamente a sua elaboração tem em conta, a partir de agora, o meio ambiente, na medida em que 20% do poliéster e 3% da borracha utilizados são de proveniência reciclada.
Uau, estou sensibilizadíssimo!
Os gigantes deste mundo estão, como sempre estiveram, a marimbar-se para o meio ambiente, sendo que a única diferença em relação ao passado é que actualmente o seu comportamento passou a ser de um cinismo requintado, ao perceberam que o tema vende.
É o próprio patrão da NIKE que reconhece ter, em países do terceiro mundo como a Indonésia ou Vietname, crianças com menos de 12 anos de idade que trabalham em condições degradantes, 12 horas por dia, 6 dias por semana, em fábricas que utilizam químicos perigosos, respirando-os durante todo o dia. Já para não falar nas bolas NIKE, cosidas à mão no Paquistão, por crianças com menos de 8 anos de idade, trabalhando em caves imundas.
Entretenham-se:
http://www.angelfire.com/art/antinike/outro.htm
http://www.saigon.com/~nike/fact-sheet.htm
http://www.saigon.com/~nike/
http://www.globalexchange.org/campaigns/sweatshops/nike/stillwaiting.html
http://www.oxfam.org.au/campaigns/labour-rights/nikewatch/
http://www.saigon.com/~nike/fact-sheet.htm
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Tempestade no Alto Minho
Procurar a fechadura às apalpadelas e experimentar uma das inúmeras chaves. A coisa começava a compor-se: acertei à primeira e transpus a porta, passando da noite para o breu. Com a luz do telemóvel como única fonte de luminosidade, abri gavetas e revirei armários até encontrar fósforos e duas velas. Chamei o pessoal e acendemos a lareira. Felizmente o fogão era a gás, e pudemos fazer um arrozinho de tomate para acompanhar os panados que já vinham prontos do Porto, tudo regado com Duque de Viseu.
Instalamo-nos todos em torno da lareira, onde fomos jogando e beberricando até, já bem perto da meia-noite, sermos surpreendidos por uma repentina e quase sacrílega luminosidade: finalmente havia electricidade. Corremos para os quartos, fizemos as camas e ligamos os aquecedores no máximo; e em boa hora o fizemos, pois a luz haveria de fugir e voltar várias vezes ao longo da tempestuosa noite.
O sábado amanheceu inesperadamente solarengo, se bem que com as marcas da tempestade bem espelhadas nas dezenas de laranjas que cobriam o quintal e pela vasta colecção de diferentes tipos de folhas que cobriam os nossos carros. Colocamos o peru (que já estava temperado de véspera) no forno e rumamos a Ponte do Lima, para um belo descanso activo pelas ruas daquela magnífica vila.
No final da tarde fomos a Viana do Castelo, recolher os dorsais e regressamos para a nossa personal pasta party, acompanhada de Adamado de Ponte do Lima. A prova era já no dia seguinte, pelo que era melhor abandonar o maduro tinto e passar para o verde branco.
De noite não ouvi chover, pelo que erradamente assumi que estaria um magnífico tempo para a prova. Tão depressa abri as portadas da janela do meu quarto como elas se fecharam entalando-me o braço direito. Não foi preciso muita ponderação para que o pessoal da caminhada optasse por passar a manhã de domingo em volta da lareira.
Os dois bravos lá partiram para Viana, com a sensação de que o carro teria pelo menos um dos pneus furados, tal era o vento que se fazia sentir (o boletim meteorológico tinha anunciado ventos de 120 km/h).
Ainda hoje estou para perceber se choveu ou não. De facto havia muita água no ar, mas ela parecia mais soprada pelo vento, que a ia buscar ao rio, às poças de água, ao chão, aos telhados, eu sei lá, do que propriamente caída do céu. Vento, meus amigos, vento havia para dar e vender.
Fizemos a maior parte do aquecimento num estacionamento subterrâneo (isto começa a tornar-se um hábito) e lá vínhamos cá acima de vez em quando para espreitar o tempo, e logo voltando para a toca, quais suricates em dia de Inverno. Quando finalmente saímos da lura encontramos uma data de pessoas amigas, dos Leões do Veneza, dos Portorunners e muitos outros, mas só tiramos uma foto com o Mark, pois a máquina já estava guardada no carro. Foto essa que se viria a revelar como um verdadeiro talismã, na medida em que todos batemos recordes pessoais.
A dureza da prova ficou bem patente nas palavras saídas dos altifalantes que preveniam para estarmos bem atentos às indicações dos delegados da prova, na medida em que as marcações haviam sido levadas pelo vento. Lá partimos debaixo de um vendaval indeciso, sempre soprando com intensidades e direcções diferentes, cada um para fazer a sua corrida. Até à viragem, nos 11km, a coisa ainda foi, com os meus quilómetros a variarem dos 4:10 aos 4:25; mas a partir daí, mal rodei o bidão fiz dois kms seguidos a 4:50. Nessa altura deixei de pensar em recordes e a partir dos 13km comecei mesmo a contar os quilómetros. O 14º foi feito inesperadamente a 4:15 e voltei a ganhar alento, saltando de grupo em grupo, sempre entretido a ouvir falar galego (36% dos atletas a completar a prova) e a fazer contas de cabeça, oscilando muito nos kms, mas nunca mais passando acima dos 4:30.
Quando o GPS apitou para os 20kms gastei as últimas forças para, contra o vento, fazer o meu km mais rápido de toda a prova a 4:03, e terminando com um tempo oficioso de 1:34:04, que oficialmente passou a 1:34:29, por causa da habitual demora a cruzar a linha de meta no início da prova. Na meta já me esperavam os meus amigos Paulo Martins, com tempo oficial de 1:30:42 e Mark Velhote, com 1:31:24. De registar que o meu GPS (e os de mais 2 amigos com quem confirmei) assinalou mais 215m, o que daria menos um minutito, mas enfim, sempre baixei 2 minutos e meio o recorde anterior. Os meus dois amigos, esses nem se fala, bateram em muito os seus anteriores recordes.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Leões de Kantaoui em estágio no Alto-Minho
domingo, 18 de janeiro de 2009
Treino de domingo

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Kantaoui Lions Boston Tour – take II
Ainda a 3 meses de distância vou ganhando fôlego para aquilo que pretendo venha a ser um relato regular desta nossa aventura na segunda mais antiga maratona do mundo, atrás apenas da maratona olímpica disputada pela primeira vez nos Jogos de Atenas em 1896, mas a pioneira de todas as que ainda se disputam actualmente, realizando-se ininterruptamente desde 1897.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Nomes de que pouco se fala …
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Treininho lentinho …
domingo, 4 de janeiro de 2009
E fico-me pelas 3 *
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Falta-me apenas falar acerca da de Stº. Tirso.
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Ter que fazer fila para cortar a meta! Pois é, ainda mal refeito do susto do trambolhão que ia mandando no degrau, tenho que travar repentinamente, porque a entrega do saquinho com os brindes era feita imediatamente a seguir à meta, o que fazia com que não fosse possível cortar a mesma. Pergunto-me para que serve o chip e para que servem 11 anos de experiência de realização desta prova. (o tempo é, pois, do meu NDrive, que apitou para os 10km mesmo em cima da referida travagem). Classificações, via Vitor Dias.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Bem sei café move montanhas …
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Balanço 2008
Treinos
Entre Janeiro e Maio: 2 a 3 futeboladas por semana (correr, só nas provas)
(uma entorse, duas micro-rupturas e um descolamento do ligamento interno do joelho)
Maio: 80 km
Junho: 140 km
Julho: 130 km
Agosto: 60 km
Setembro: 300 km
Outubro: 300 km
Novembro: 210 km
Dezembro: 170 km
domingo, 28 de dezembro de 2008
Objectivo único * …

Desde que em 2000 participei pela primeira vez, só no ano seguinte falhei. São pois 7 provas concluídas, 6 das quais consecutivas. A ver vamos se hoje acrescento mais uma.
Ora aí está:

Parecia um encontro não oficial e não organizado de bloggers, com o Mark Velhote, o Miguel Paiva , o Fernando Andrade, o Luís Mota e este vosso amigo.
(44:36 é o tempo oficial. O meu NDrive presenteou-me com 43:56)
sábado, 27 de dezembro de 2008
Uma questão de ciúmes?

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Meia hora antes do início da prova instala-se uma tromba de água que não mais pararia e que põe toda a gente a fazer o aquecimento num parque automóvel subterrâneo.Proponho a mudança de nome de “Corrida de S. Silvestre” para “Corrida de S. Pedro”, para ver se garantimos uma meteorologia mais simpática.
Quanto à prova; fui reconhecido antes do início da mesma pelo nosso comparsa de corridas Mark Velhote, com quem fui fazendo o aquecimento e trocando umas impressões. Iniciamos a prova juntos, mas depois cada um foi seguindo ao seu ritmo, para curiosamente nos reencontrarmos a alguns metros da linha de chegada e terminarmos com 44:30. Fomos ao bolo-rei e ao chá e despedimo-nos com promessas de treinos conjuntos; afinal moramos a meia dúzia de quilómetros de distância.
Entretanto, a restante equipa dos Leões de Kantaoui acaba neste momento de, em Lisboa, terminar a 1ª S. Silvestre daquela cidade, debaixo de igual aguaceiro, mas com uma excelente prestação:

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actualização:
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Ho ho ho …

Parece que o Pai Natal se enganou na data, ou foi do fuso horário, ou foi de estarem com 30% de desconto; agora não posso precisar, a única coisa que vos garanto é que as vou estrear no dia 25 de manhãzinha numa aldeia do Alto Minho, e que passando dois dias vou com elas correr a S. Silvestre de Gaia.
sábado, 20 de dezembro de 2008
S. Silvestre para trás, S. Silvestre para a frente …
Idealizada pelo magnata da imprensa Cásper Líbero, e realizada pela primeira vez no dia 31 de Dezembro de 1925 em S. Paulo, Brasil, tem-se realizado ininterruptamente desde então, sobrevivendo a todo o tipo de adversidades, incluindo a segunda grande guerra.
Corrida inicialmente reservada a atletas brasileiros masculinos residentes em S. Paulo, e com distância inicial de 8,8 km, a qual tem vindo a sofrer alterações ao longo dos anos, tendo-se em 1991 fixado em 15 km, distância que se mantém até aos dias de hoje. A corrida feminina – iniciada apenas em 1975 (Ano Internacional da Mulher) – teve também várias distâncias até que desde 1993 se fixou igualmente nos 15 km.
Até 1988, a corrida teve sempre o seu início de noite, com o objectivo de que os primeiros classificados cruzassem a linha de chegada por volta da meia-noite
O primeiro português a vencê-la foi Manoel Faria, em 1956 e 1957, secundado por Carlos Lopes, em 1982 e 1984. O grande feito fica, no entanto, reservado para Rosa Mota, que venceu seis vezes consecutivas a edição feminina, entre 1981 e 1986. Também Aurora Cunha a venceu em 1988 (qualquer um destes 3 últimos atletas deram tiros de partida em provas em que participei este ano).
Entretanto, um pouco por todo mundo foram aparecendo provas de denominadas de S. Silvestre, realizadas em torno do dia 31 de Dezembro, sendo a distância mais generalizada a dos 10 km. Em Portugal, este ano, realizar-se-ão 24 provas.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Valeu a pena subir essa duna
Parece que anda praí um pessoal simpático a distribuir prémios, e até os oferecem a tipos como eu; vejam lá bem!
É um prémio que não serve para guardar na sala dos troféus, mas sim para passá-lo de mão em mão, o que me parece muitíssimo bem. Da minha parte passo-o ao pessoal aqui ao lado direito, que do Adelino à Yara perfazem exactamente os 15 preconizados pelo criador do prémio.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Toca a vestir o equipamento
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Na noite de S. Silvestre só fica em casa quem não pode mesmo sair.
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Numa rua perto de si:
(fonte: http://www.atleta-digital.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1821&Itemid=51)
sábado, 13 de dezembro de 2008
20 km na Selva

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
42:47 – Mais um recorde pessoal pulverizado

Agora há que esperar pelo tempo oficial, onde deverei acrescentar mais de meio minuto, que foi o tempo que demorei a pisar a linha de partida, após o tiro de largada.
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Já chegou (via: http://www.spiridongaia.org.pt/):
tempo oficial: 43min 16s
classificação geral: 374/1039
class. escalão (Vet. 1): 109/224
ainda vinham alguns atrás de mim:

http://fotos.sapo.pt/OsELtt4PZT1WbqTUhtzs
sábado, 6 de dezembro de 2008
Karnazes da loja dos 300
Estou com vontade de cometer uma loucura:
27 de Dezembro
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Leão do Palácio
domingo, 30 de novembro de 2008
a Kantaoui Lions Boston Tour…
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O meu desporto sempre foi a bola …
Mesmo sem treinar corrida, há duas provas que sempre tentei não faltar: a Volta a Paranhos e a S. Silvestre.

Da Volta a Paranhos recordo especialmente o ano em que consegui convencer 3 amigos (2 deles meus irmãos), e ter companhia para a corrida. Recordo-me de como um dos meus irmãos queria desistir ao fim do primeiro quilómetro, e de como para o impedir fiz a minha mais lenta prova de sempre. Foi a última vez que ele fez exercício físico: na terça-feira seguinte não apareceu no treino de futebol, e na quinta-feira também não. Vai daí, nunca mais tento convencer ninguém a correr.
Agora que em termos de desporto só me dedico à corrida, espero bater o meu recorde, nem que seja por um segundo.




















